Bela de Berlim, sem dúvida, não há dia que não ache que isto é como o movimento do cãozito do Chopin: é aquele Cartola, se bem que não fosse aquela musiquinha: era mais esta. Nas deambulações apanhei esta outra, também do Cartola, naquilo que me parece ser uma interpretação magistral. Se nunca o confessei, confesso-o agora: o que eu me pelo por Ney Matogrosso.
sexta-feira, 21 de Novembro de 2008
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4 comentários:
Cara Io,
vou confessar-lhe um atrevimento: bem pela manhã, quando o sol desponta e tudo ainda é belo, ouvindo a Antena 2 (entre as 7 e as 8)com a hora preenchida maioritariamente com Purcell, lembrei-me do amor e outros desastres.Se calhar, o que eu queria era a continuidade daquela hora mágica que em trânsito me tira do lugar do sonho.
Mas ver o Ney aqui, e o concerto ainda foi há tão pouco,ainda foi mais agradável.
Obrigada pela partilha.
Um abraço
Não sei o que me comove mais: se essa sua alvorada ao som de Purcell, se no meio de tanta beleza se ter lembrado do A&OD. Obrigada, querida Tétis por este lindíssimo comentário e, sobretudo, por ir estando por aí, serenamente. Um beijinho amigo
E quanta gente se pela pelo Ney... Eu também me pelo por ele. Temos bom gosto. Beijo.
Temos, sim senhor, Rafael. Obrigada. Beijo retribuído
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